Descritivo do resultado para variação mensal em relação ao mês passado, além das maiores e menores variações por estado.


As maiores altas aparecem onde o metro quadrado ainda tem mais espaço para subir.
Por isso cidades como Aracaju, Natal e Manaus chamam atenção no curto prazo, ainda com preços médios bem abaixo de mercados mais esticados.
Já nas praças mais caras, como Curitiba, São Paulo e Rio, o mercado pode seguir aquecido, só que com menos espaço para valorizações mensais tão fortes.
Vitória e Fortaleza são as exceções mais interessantes porque mostram que preço alto, sozinho, não limita valorização.
Vitória hoje é a capital mais cara do índice, com metro quadrado médio de R$ 14,6 mil, e mesmo assim continua entre as maiores altas em 12 meses. A leitura ali passa por uma combinação de oferta mais restrita e demanda que segue firme.
Fortaleza vai por outro caminho: também já possui preço do m² elevado, mas o que sustenta a alta é muito mais liquidez e atividade econômica. A cidade concentrou R$ 6,1 bilhões em vendas residenciais em 2025, e o Ceará abriu 2026 com alta de 36,7% no turismo internacional em janeiro, o que ajuda a manter a economia local girando e a demanda absorvendo preço.